sábado, 9 de julho de 2011

Viajante (Microhistorias do cotidiano)



Havia o rio amarelo gigante e serpentante passando em frente da cidadazinha no vale amazônico. Navios navegavam no horizonte indo e vindo de terras distantes. Não paravam naquela terra perdida. Desde menino ele sonhava em seguir com eles. Um dia o fez. Os seus nao queriam deixa-lo partir. Mas como você aprisiona o vento? O movimento? O pássaro livre? O sol? Como manter prisioneira uma alma que foi feita para andar no mundo e fazer de qualquer lugar, o seu lar?

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