segunda-feira, 4 de julho de 2011
Diario de Guerra - Tempo de luta I (cronicas atemporais)
Esses dias sao dias de luta. Campo de batalha. Sol e chuvas. O sol brilha na lamina de combate. A chuva confunde-se com o suor que molha a roupa. O corpo faz longas caminhadas e a noite adormece com as dores do dia. Os inimigos ainda empoderam-se em trincheiras e ameaçam o cotidiano. O existir é um exercício de pensar nas estratégias de campo, forjar os musculos para o enfrentamento direto, de ter a paciência e a sabedoria para dissipar a ilusão da vitória fácil e de não confiar nos tratados das palavras. Em batalhas não deve haver confiança nos oraculos que se apresentam, e cada dia, um novo dia, a Fenix renasce, o dia é outro e tudo pode mudar. São esses os dias onde as montanhas se dissipam como nuvens e os pensamentos podem criar paredões intransponíveis. Dias de ser firme e rápido como a luz do trovão.
A guerra não é uma escolha mas é uma necessidade para a paz. Não é algo que quer ou se deseja, mas algo necessário para sobreviver quando os inimigos se lançam sobre voce.É preciso estar preparado.
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