...a razão de existirmos é porque existe o contrário...um equilíbrio planetário de vermelho e azul...como a noite e o dia...o norte e o sul...polaridades que distanciam e atraem na terceira dimensão...paixão, amor..alegria e dor...verdade e ilusão...a cor e o amor...os paradoxos que se conciliam na festa das tribos de todas as gentes na floresta...
...a razão de existirmos é porque o contrário também existe na dialética das mutações...das estações de todos os junhos desta Ilha Tupinambarana...nas canções que embalam os sonhos e os amores deste tempo...a razão de existirmos é porque o contrário também tem os seus guerreiros e suas cunhãs faceiras...guerreiras e sacerdotizas do grande rito da festança...bate o tambor...balança meu coração...é mês de junho...Parintins...boi bumbá, meu arraia, eu vou brincar...
...a razão de existirmos é porque o contrário também existe....
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