quarta-feira, 27 de julho de 2011
Recomeços
...enquanto alguns se prendem ao passado, a vida continua seu destino, seu caminho...resgatar o passado vezes é como polir uma ilusão perdida...na arqueologia dos sentidos nem sempre o que ficou enterrado tem valor...vale o passado se ainda existe verdade , mas se ela findou, melhor começar uma nova vida com outro amor...
Um momento chamado Saudade
....de repente lembro de lugares onde estive, e vem a saudade das pessoas que fizeram parte de momentos inesquecíveis, de dias de lutas e esperanças, de riso e tambem da tristeza e do pranto, companheiros e campanheiras de jornadas, da mulher que muito amei...de repente a saudade me faz reviver partidas e chegadas, longas esperas,... brevidades de um segundo que ficou pra sempre na mente...de repente lembro de lugares eu sozinho na madrugada fria e sonolenta, aguardando em um terminal de passageiros o amanhecer do dia...de repente a saudade em seu silêncio é a vida que tive, que tenho, nuvem de um sonho em um céu de fim de julho em Manaus...
....de repente lembro de lugares onde estive, e vem a saudade das pessoas que fizeram parte de momentos inesquecíveis, de dias de lutas e esperanças, de riso e tambem da tristeza e do pranto, companheiros e campanheiras de jornadas, da mulher que muito amei...de repente a saudade me faz reviver partidas e che
Um tempo de Lembranças
Ha dias em que você faz o inventário de tudo....coloca do avesso seu mundo, limpa os arquivos da existência, com paciência, lentamente, revela o filme da tua vida na mente, as lembranças mais recentes, as mais antigas e desbotadas, como fotos mal arrumadas, soltas no caos de gaveta esquecida....há dias que essas lembranças ganham vida, dançam no silêncio da sala, passam com as correntes do vento, sussurram nomes ao pensamento, murmuram e se calam, esperando respostas que a fala não consegue dar...há dias as palavras se perdem em grafias escritas há tempo em cartas, portulanos, cartões...há dias que algumas canções despertam emoções adormecidas, que pensamos ter esquecido, mas ficam ali, em um canto, esperando ser revividas...há dias que essas lembranças te enchem de alegria ou de uma tristeza vazia, - um sentimento de solidão repentino...há dias que as lembranças me levam a um tempo de menino, livre, sonhador, aquele desbravador que ia mudar o mundo...há dias que eu sei que esse lutador existe em mim e vai lutar pelos seus sonhos até o fim...
Ha dias em que você faz o inventário de tudo....coloca do avesso seu mundo, limpa os arquivos da existência, com paciência, lentamente, revela o filme da tua vida na mente, as lembranças mais recentes, as mais antigas e desbotadas, como fotos mal arrumadas, soltas no caos de gaveta esquecida....há dias que essas lembranças ganham vida, dançam no silêncio da sala, passam com as correntes do vento, sussurram nomes ao pensamento, murmuram e se calam, esperando respostas que a fala não consegue dar...há dias as palavras se perdem em grafias escritas há tempo em cartas, portulanos, cartões...há dias que algumas canções despertam emoções adormecidas, que pensamos ter esquecido, mas ficam ali, em um canto, esperando ser revividas...há dias que essas lembranças te enchem de alegria ou de uma tristeza vazia, - um sentimento de solidão repentino...há dias que as lembranças me levam a um tempo de menino, livre, sonhador, aquele desbravador que ia mudar o mundo...há dias que eu sei que esse lutador existe em mim e vai lutar pelos seus sonhos até o fim...
domingo, 24 de julho de 2011
O sentido de viver
Há vidas como a minha que são ciganas. Há sempre uma fronteira a ultrapassar, um lugar a ir, um desafio a fazer acontecer. Há vidas como a minha que vivem em liberdade, que anseiam a amplidão dos céus e do infinito, que não se deixarão ficar em qualquer lugar onde exista um grilhão e uma prisão. Há vidas como a minha que partilham solidariedade, fraternidade, que sonha os sonhos de um mundo onde homem e natureza se fundam em uma só vida, partilhando igualdade e equilíbrio. Há vidas como a minha que desafiarão os limites, que não se importarão com o que pensará o mundo se o que faz é seguir o próprio fluxo da criação. Há vidas como a minha que vivem do amor, da paixão, do sangue e do suor do trabalho, da beleza e da simplicidade do existir, do amanhecer, da tarde e seu por do sol, da presença galáxias nas grandes noites nos céus. Há vidas como a minha que atravessão os mares bravios, os tempos sombrios carregando uma luz dentro de si, uma bandeira ao vento falando de esperança entre os homens que sofridos, perderam os sentidos e taciturnos vagam pelos caminhos noturnos desse tempo de medo urbano e dióxido de carbono.
Há vidas como a minha que tecem um sentido da vida em todas as estações do tempo, que forjam com o pensamento e seu fazer um jeito diferente de viver...
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