http://www.youtube.com/watch?v=C9KAqhbIZ7o
há muito a noite acalenta a vida, clandestino escondo retina sonolenta, hologramas de lembranças reunidas, dias de ontem, palavras de amanhã...
há muito o peso do mundo esmaga os sonhos, o aço atravessa a jagular, há muito não há porque olhar meus olhos cegos das manhãs...
ha muito esqueço os dias (que bobagem) escravizo neurônios em linhas de montagem...
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